20 março, 2008
Rainha dos Cárceres
A Rainha dos Cárceres derrama o fel e a punição.
A privação... Ah! a privação...
Escraviza as almas pela vontade humana.
Pobres mortais.
Sensações existem para serem vividas,
Extraídas em toda a sua essência.
Há tantos quereres que mesmo a inconsciência nos falha.
E mesmo sem entender, sinto.
Lívia Rangel 01/03/05
17 março, 2008
Cólera
Já se vão os dias de vagar como distante
Escolhi ser errante a temer os olhos teus.
Deixei de respirar esta neblina, fumaça podre dos tempos
Há tanta fúria, em tanta gente.
Vejo mais a beleza de outrora,
Escolhi ser errante a temer os olhos teus.
Deixei de respirar esta neblina, fumaça podre dos tempos
Há tanta fúria, em tanta gente.
Vejo mais a beleza de outrora,
Prefiro a pureza à cólera dos seus.
Lívia Rangel
19.02.2008
Chama
Em uma noite desvairada,
Em plena madrugada...
Um olhar me fulminou.
Agora sigo a fitá-lo como um vício natural...
Dia e noite...
Acompanho seus passos,
Desvendo seus mistérios e sensações.
Inspiro fundo esse ar puro...
Inconseqüente!
Entreguei-me aos seus encantos e quereres,
Abri caminhos e provoquei dizeres...
Dias em calma...
Noites em chama!
Lívia Rangel 13 de setembro de 2007
Em plena madrugada...
Um olhar me fulminou.
Agora sigo a fitá-lo como um vício natural...
Dia e noite...
Acompanho seus passos,
Desvendo seus mistérios e sensações.
Inspiro fundo esse ar puro...
Inconseqüente!
Entreguei-me aos seus encantos e quereres,
Abri caminhos e provoquei dizeres...
Dias em calma...
Noites em chama!
Lívia Rangel 13 de setembro de 2007
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