29 julho, 2005

Janela da Alma

Sentada à beira da janela,
Vejo um novo dia nascer.
Emanando a paz que me acalma,
Permito-me flanar...


Lembrando de um passado reticente,
Sinto um furor diferente.


Velhos amigos rodam meus pensamentos,
Mas apenas uma sensação invade o meu pensar.

Vivendo dia a dia, cada momento...
Respiro a tua essência, sem hesitar.


Jovens mentes inquietas.
Unidas em corpos e momentos explosivos...
Palavras transpiram a descoberta...
De um querer resguardado e ainda vazio.


De mãos dadas, caminhamos só...

Sem pensar no futuro...
Fecho os olhos e sigo em frente.
Semeando no agora...
Um sentimento puro, diferente.




Lívia Rangel
18-07-2005

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