E novamente a madrugada surge.
Um suspiro mórbido se espalha.
A noite fria como um túmulo de vozes caladas, me cobre com seu manto.
Espíritos vagantes embalam corpos adormecidos.
Folhas sonoram as copas das árvores no balançar obscuro da floresta.
Essa noite a lua minguante quase não se vê.
Apenas uma fresta de luz.
Os amantes não saíram para passear.
Enquanto o calar do tempo passa...
Deixo meus pensamentos flutuarem livremente pelo bosque da solidão.
Alimento-me de sonhos e desejos ao relento.
Lívia Rangel
Outubro de 2002
Um comentário:
Caraca Liu, não sabia que vc escrevia tb, adorei mesmo, depois te mostro as minhas.
bjo.
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