Revela um novo tempo,
Desperta uma nova face.
Fixo em minha mente,
Um querer resguardado
Desperta um pudor inocente.
Puro; novo; diferente...
Um anjo de vidro me convida a seguir.
Sem pensar, sem agir.
Como luz incandescente,
Cego meus olhos com ar displicente.
Já não vigio pensamentos,
Mas espero o afago...
Sigo escrevendo, pensando, vivendo...
E a cada passo, desembaraço...
Crio meu mundo em intuições preciosas...
Deixo livre o caminho a seguir,
A trilha a se abrir,
E um novo tempo a surgir...
Lívia Rangel,
27 de novembro de 2006
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