29 julho, 2005

Estação das chuvas


Um poema que não valha a pena.
Uma virtude que te condena.


E no espelho uma miragem...

Um cristal tão puro,
que não quebre a cura de todo mal.


Numa febre... pedir ao maestro que não parem.
Contra a corrente, mesmo errado, começar a crer.


Que haja culpado.
Para que a saudade te revelace.


Na esquina, onde os olhos cerram...
Continuar aquilo que nos disseram.


Beijar sem jeito a tua face.


Um sopro quente enfrenta o tédio,
Quando não preciso de remédio.


E que esse trago não me cale...


Sorrir para conter o sufôco,
esperar a forra e negar o sôco.


Ver o fascínio... onde a poesia vale.


Então, me acompanha um sorriso.
Por trás da foto teria um aviso,
que só a coragem pode apagar.


Numa noite que o acaso venha,
não prever nada que entervenha.
Quando se tem algo para eternizar.

por J. Wilquens Dantas

29 de julho de 2005

Um comentário:

Anônimo disse...

oi Liuuuu
Poxa que lindoooooooooooo!!!!!!
Foi vc quem fez foi??
beijinhos